Você sabe o que é salário emocional?

O dinheiro não é a nossa única fonte de incentivo. Acompanhe exemplos de benefícios ligados ao salário de motivação emocional.

Uma coisa que talvez você não saiba sobre o mundo corporativo: o seu salário vai muito além da quantidade de dinheiro que entra na sua conta no final do mês.

Salários generosos sempre foram o principal meio utilizado pelas companhias para atrair e manter profissionais gabaritados. Quando a remuneração deixou de ser o único item avaliado pelas pessoas, as organizações passaram a oferecer uma série de benefícios adicionais, como auxílio em despesas médicas, creche para os filhos dos funcionários e subsídios em cursos de capacitação e qualificação, para citar os exemplos mais comuns. Hoje, no entanto, quem está no mercado quer mais do que simplesmente ganhar mais. É por isso que os gestores estão cada vez mais atentos ao chamado “salário emocional“.

Ao contrário de um salário comum, o salário emocional não é representado por uma cifra e nem está registrado em carteira. Trata-se, na verdade, de um conjunto de fatores emocionais e motivacionais que fazem com que as pessoas queiram permanecer em uma empresa. Por ser algo subjetivo, que varia de acordo com cada ambiente ou tipo de profissional, sua composição acaba sendo diferenciada.

A qualidade de vida no trabalho, um bom plano de carreira, um ambiente de trabalho amistoso, a comunicação interna adequada, tudo isso faz parte do seu salário emocional e atrai profissionais qualificados para a empresa.

Quanto maior o salário emocional recebido, mais alto o grau de satisfação do colaborador. E, como era de se imaginar, pessoas satisfeitas conseguem trabalhar com mais amor e oferecer melhores resultados.

A Avanti RH selecionou alguns exemplos de salário emocional que irão ajudar a entender na prática como essa estratégia funciona e como traz benefícios para a sua empresa.

 

Espaços de Lazer

Muitas empresas já entenderam a importância de programas de lazer que contribuam para a qualidade de vida de seus funcionários. Se a sua empresa oferece espaços de relaxamento, academia e atividades esportivas, essa é uma forma de salário emocional.

Planos de carreira

Todos nós temos como meta ocupar melhores posições na empresa, ter flexibilidade de horário, dar continuidade aos estudos e, principalmente, ter tempo para dedicar à família. Esses são pontos positivos nas empresas modernas e conectadas com as necessidades de seus colaboradores. Um bem que não é medido financeiramente.

Aprendizado

Ter a oportunidade de adquirir novos conhecimentos em eventos internos como cursos, palestras e workshops é um capital emocional importante.

 

Viu só como oferecer um salário emocional para os seus funcionários é a garantia de ter uma equipe motivada e que realmente “veste a camisa” da empresa? Invista nessa modalidade, com certeza você terá colaboradores motivados e produtivos.

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4 dicas essenciais de marketing digital para empresários

O marketing digital é a alma de qualquer empresa seja ela pequena, media ou grande, acompanhe os benefícios de investir em seu negócio.

A famosa frase, “quem não é visto, não é lembrado”, faz todo sentido nos dias de hoje. Especialmente em tempos de pandemia, em que empreendedores de diversos segmentos tiveram que se reinventar para sobreviver à crise instaurada no país.

Ter uma rede social esteticamente bonita vai além de somente fazer artes bem elaboradas, ter conteúdo e frequência é um dos pilares para que a sua empresa se torne conhecida, e consequentemente, angarie mais clientes.

Hoje, nós da Avanti RH, trouxemos um post especial com dicas incríveis para você empresário que precisa alavancar o seu negócio.

Vale lembrar que antes de sair fazendo ações por aí, é importante conhecer mais sobre o assunto e entender qual estratégia é mais eficaz para a sua empresa.

 

1 – Invista em marketing de conteúdo

As redes sociais aumentam o seu alcance cada vez mais. Facebook, Twitter, Instagram, entre outros nomes que já se disseminaram por diferentes públicos, vão além do entretenimento e começam a se tornar funcionais. Muitas pessoas buscam as redes sociais para entrar em contato com empresas e marcas, seja para adquirir um produto ou para esclarecer dúvidas e pendências. Portanto, marque sua presença nas redes e crie uma estratégia para monitorá-las, fazendo o atendimento dos seus clientes.

Gere conteúdo de valor, que acrescente em algo para o seu público. Compartilhe conhecimento de uma forma leve, respeitosa e sem nomenclaturas específicas da área!

2 – Crie um site e alimente um blog

Além de criar mais canais de comunicação com o seu consumidor, o blog é essencial para o seu posicionamento. Seja como um expert do assunto ou apenas para melhorar seu posicionamento nas buscas do Google, ter um blog vai ajudar muito suas estratégias de SEO (técnicas para “ranquear” a sua empresa no google). Já o site, continua sendo porta de entrada virtual da sua empresa. Criar um conteúdo relevante vai fazer sua página ser facilmente encontrada por quem procura aquilo que você tem a oferecer. Portanto, crie este espaço em seu site e alimente-o com frequência, aumentando assim o seu alcance.

3 – E-mail marketing

O e-mail é uma das principais ferramentas que as marcas vêm utilizando desde o crescimento da internet. Por algum tempo, muitas empresas ficaram receosas que o uso das mensagens eletrônicas pessoais fosse cair em desuso, mas ela ainda é uma das estratégias mais comuns. E mostra bons resultado.

O e-mail marketing é uma mensagem de conteúdo padronizado enviado a um grande lead de clientes, ou potenciais clientes, de uma única vez. É importante, entretanto, tomar cuidado para que essas mensagens não desagradem ao seu consumidor, seja pela frequência ou pelo conteúdo! Use sempre de parcimônia.

4 – Aposte em patrocinados

Essa modalidade de publicidade online ajuda a oferecer o seu link para os usuários da rede. Além de ser uma forma de divulgação do seu produto, ela possibilita a realização de alguma ação no link de destino. Seja uma compra, um vídeo promocional ou o preenchimento de um formulário, é possível criar uma finalidade de acordo com os seus objetivos, segmentando por idade, classe social, interesses, localidade, etc.

 

Viu só como é importante estar presente no meio digital nos dias de hoje? Muitas empresas sobreviveram em tempos de pandemia por investirem nessas plataformas. Essas são algumas das inúmeras possibilidades, converse com um profissional da área e entenda a melhor forma de divulgar a sua empresa.

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Está precisando ser mais criativo no trabalho? Acompanhe essas 4 dicas exclusivas!

Profissionais criativos se destacam no mercado de trabalho

No ambiente corporativo, quem tem criatividade se destaca. A famosa frase “pensar fora da caixa” já se tornou ultrapassada, mas faz todo o sentido para empreendedores e colaboradores.

É importante ressaltar que o conceito de criatividade vai além de desenvolver ideias mirabolantes. Em outras palavras, a mente funcionalmente inventiva é aquela que consegue fazer conexões extraordinárias e encontrar soluções que sejam tão eficientes, quanto executáveis.

Diante disso, nós da Avanti RH, trouxemos cinco passos que podem te ajudar a ser mais criativo no trabalho. Acompanhe!

 

1 – Saia da zona de conforto

Inove nas suas ideias. Fuja do que já existe, faça uma pausa nas tarefas habituais, e assim, encontre novas ideias. Novidades trazem a necessidade de cuidar de prováveis riscos, que podem auxiliar na criatividade e no desenvolvimento de soluções diferentes. Que tal fazer uma reunião com a sua equipe em um lugar inovador? Um jardim, talvez. Pode até acontecer uma dispersão, mas você pode criar uma pauta bem definida para que a reunião seja produtiva e diferente. Esse novo ambiente pode render excelentes novas criações.

2 – Estimule a criatividade

Quando estiver fora do trabalho, procure cultivar hábitos que estimulem a criatividade. Aproveite o seu intervalo entre jornadas para fazer atividades pouco comuns ao seu cotidiano. Procure experimentar ver filmes de gêneros que normalmente você não veria, bem como se permita conhecer trabalhos de artistas inéditos aos seus olhos e ouvidos. Se você tem um hobby, pratique-o! Caso não tenha, procure um com urgência! Leia bastante e invista no aprendizado de um novo idioma. Aprenda algo novo a cada dia.

Seja como for, procure vivenciar situações que possam te fazer enxergar diferentes maneiras e propostas para lidar com questões. No final das contas, você e as demais pessoas ao seu redor sentirão os efeitos proporcionados pelos estímulos da criatividade.

3 – Anote tudo, por mais bobo que pareça

Alguns profissionais como jornalistas, publicitários, designers, sempre andam com um bloquinho de papel no bolso. Afinal, os melhores insights vêm em momentos que nem esperamos. Por isso, sempre que tiver uma ideia, anote, crie uma pastinha em seu celular para anotar tudo que vier na sua cabeça de ideias para o seu negócio. Depois, faça uma seleção com as pautas mais relevantes e coloque em prática.

4 – Dormir bem é muito importante e essencial

Muitos profissionais costumam perder horas de sono, trabalhando até muito tarde da noite para finalizar seus projetos. O sono é muito importante para o desenvolvimento do processo criativo. Ao dormir, a área do cérebro responsável pela criatividade é estimulada. Porém, muitas pessoas costumam ser muito ativas a noite e de madrugada. São os famosos notívagos, que devem aproveitar este período produtivo, mas também devem ter o sono reparador em algum momento do dia.

 

Viu só como seguindo essas dicas você pode melhorar e muito a sua criatividade? Exercite sempre a sua mente. O profissional que pensa no futuro, traz credibilidade e se destaca em meio aos seus concorrentes.

Fique ligado no Blog da Avanti RH, por aqui sempre terá boas dicas sobre o mundo corporativo para você se destacar.

 

 

 

 

Você sabe quais são os tipos de hora extra?

A hora extra é uma forma que a empresa e o colaborador possuem para possibilitar a extensão esporádica da jornada de trabalho. Algumas empresas tratam esse tema como regra, e outras proíbem totalmente por receio do descontrole financeiro sobre a folha de pagamento.

É habitual empresas estenderem a jornada de trabalho em todo país, principalmente em épocas festivas, quando aumenta significativamente a produção das empresas. Porém, a legislação trabalhista é bastante rigorosa quando o assunto é horas extras. Há inúmeras regras que determinam quando e como deve se dar a execução dessas horas, como se dá o pagamento da hora extra trabalhada, entre outras questões. Por isso, nós da Avanti Rh, vamos descomplicar para você as principais questões relacionadas ao tema!

 

O que são horas extras?

Para muitos é um termo comum, para outros, nem tanto. Mas existe uma definição sobre o que é a hora extra. Como abordamos no início, toda hora excedente trabalhada além da jornada de trabalho habitual e descrita por meio de contrato de trabalho é uma hora extra.

Segundo a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), é previsto que a jornada de trabalho não pode ultrapassar 8 horas por dia ou 44 horas semanais. Qualquer minuto ou horas que ultrapassem esse limite é considerada hora extra.

Além dessa jornada, a lei ainda prevê exceções que sejam devidamente registradas em acordo individual ou convenção coletiva de trabalho – esse é o caso, por exemplo, das escalas de plantão de 12×36 ou 24×72. Bem, com a permissão dessas jornadas, toda carga horária trabalhada para mais delas se considera hora extra trabalhada.

A CLT define, ainda, que o empregador deve pagar um valor adicional pela hora extra trabalhada. Esse valor, em regra, corresponde ao valor da hora normal de trabalho acrescido de 50%. Porém, cada modalidade de hora extra definirá um percentual diferente.

Acordos individuais podem estabelecer percentuais ainda maiores que os previstos em lei. O que não pode ocorrer, contudo, é que, por força de um acordo individual, o empregador pague menos do que a legislação define.

 

Mas quais são os tipos de horas extras existentes?

A CLT estabelece diferenças em turnos, feriados, intervalos, e até mesmo banco de horas. Entender as diferenças e percentuais de cada uma dessas modalidades pode evitar erro no cálculo e maior controle sobre a prática dos colaboradores.

Hora extra diurna: essa é a modalidade mais comum para o pagamento de hora extra trabalhada. Nela, o profissional trabalha além do seu turno durante o dia e apenas em dias úteis. Nesse caso, ele receberá um percentual adicional sobre o valor da hora normal trabalhada.

Hora extra noturna: esse é o caso da hora extra realizada por trabalhadores cujo turno de trabalho está compreendido entre as 22h e as 5h. Nessa situação, haverá o acréscimo de 20% em cima da hora extra diurna, o que chamamos de adicional noturno. Ou seja, o trabalhador irá receber o percentual adicional referente à hora extra diurna mais 20% sobre esse valor.

Finais de semana e feriados: essa modalidade compreende o maior percentual possível para o pagamento de hora extra trabalhada. Isso ocorre como uma forma de proteger o direito do trabalhador ao descanso semanal remunerado. Assim, o funcionário que exerce seu trabalho no sábado, ou no domingo, ou no feriado deverá receber hora extra correspondente a 100% do valor da hora normal. Ou seja, sempre que houver escala do funcionário para trabalhar nos feriados ou finais de semana, ele precisará receber em dobro.

 

Agora está claro sobre os tipos de horas extras existentes? Fique ligado no Blog da Avanti RH, por aqui sempre terá boas dicas sobre o mundo corporativo.

 

 

Controle financeiro: por que separar despesas da empresa e pessoais?

Misturar as despesas pode prejudicar o gerenciamento financeiro e até mesmo os resultados do negócio

Todo empresário tem um grande desafio quando o assunto é controle financeiro. Saber lidar com as contas de um negócio e, principalmente, não misturá-las com as pessoais é uma tarefa que precisa ser aprendida e uma habilidade a ser desenvolvida.

Muitos gestores não conseguem ter essa visão e acabam fazendo do caixa da empresa uma extensão da sua carteira ou conta bancária. Isso pode gerar um problema sério de gestão, que pode arruinar a saúde financeira de um negócio.

Hoje, nós da Avanti RH, vamos mostrar a importância dessa separação, bem como as formas de se fazer isso. Acompanhe!

 

Porque devo fazer a separação das despesas para o controle financeiro?

O controle financeiro de um negócio é realizado por meio de análises de suas entradas e saídas, ou seja, receitas, despesas e custos que ocorreram em um período, que, geralmente, é de um mês.

O empresário relaciona todos os gastos obtidos no mês em questão, em seguida, observa os pontos que podem ser cortados ou suprimidos, sempre com o objetivo de tornar a operação da empresa mais enxuta, no entanto, sem prejudicar o desenvolvimento das atividades.

Portanto, quando as contas da empresa estão misturadas com as pessoais, não há como fazer essa gestão e controle financeiro. Isso porque os relatórios de gastos estarão viciados, contendo despesas que não foram efetuadas pela empresa e, por consequência, não têm o menor vínculo com sua operação.

Agora que já sabe a importância de fazer a separação, confira dicas de como colocar em prática.

Estipule um valor mensal para retirada

Com base no fluxo de caixa, defina um valor para retirar por mês. Assim, você terá uma quantia estipulada para custear suas necessidades pessoais e familiares.

Vale lembrar que é necessário definir um valor que seja compatível com os lucros, mantendo a saúde da empresa em todos os aspectos financeiros.

Separe as contas

Para ter a separação mais organizada, é preciso que você também tenha contas bancárias separadas, sendo uma para uso pessoal e outra para a empresa. Desse modo, será mais fácil organizar as finanças e saber de onde tirar os valores quando for preciso fazer qualquer tipo de pagamento.

Evitar levar despesas pessoais para a empresa

O ideal é que você sequer leve as contas para a sua empresa. Isso também contribui para que não acabe ocorrendo alguma confusão e os documentos pessoais, mesmo que pagos, sejam juntados aos da empresa e enviados à sua contabilidade. Deixe ambos muito bem separados!

 

Viu só a importância de manter as duas finanças separadas para o sucesso da sua empresa? Fique ligado no Blog da Avanti RH, por aqui sempre terá boas dicas sobre o mundo corporativo.

 

 

 

 

5 dicas para melhorar a sua ergonomia em tempos de home office

Com a pandemia, muitas empresas adotaram a modalidade de home office, os trabalhadores deixaram os escritórios para dividirem o trabalho com a casa, filhos e afazeres domésticos.

Infelizmente, há muita dificuldade das empresas em supervisionar as condições laborais dos profissionais inseridos nesse modelo de trabalho. Diante disso, nós da Avanti Rh, trouxemos algumas dicas para melhorar a sua ergonomia durante o trabalho remoto. Acompanhe!

 

1- Cuide da sua postura

O profissional precisa cuidar da postura durante o trabalho. Para isso, é importante que tenha uma cadeira confortável com apoio para os braços.

Além disso, a coluna deve ficar ereta, os pés tocando o chão, os ombros e quadris alinhados. Já a tela do computador precisa ser posicionada na altura dos olhos.

2- Alongue-se

Mesmo com as condições ideais de ergonomia, o profissional não deve ficar sentado na mesma posição durante todo o dia.

Pelo contrário, é essencial que algumas pausas sejam programadas para o trabalhador se alongar, caminhe pela casa e estique-se!

3- Atenção à iluminação

A sua produção está ligada também a iluminação do seu espaço de trabalho. O ideal é não trabalhar de frente para uma janela. Isso pode ser prejudicial para os seus olhos.

Se o espaço não receber luz diurna, implemente uma luminária na mesa para te ajudar. Isso irá contribuir para que suas vistas não se cansem e você não tenha desconfortos, como por exemplo, dores de cabeça.

4- Mantenha-se hidratado

Já sabemos que beber água é importante, mas no home office se torna indispensável. Quando o corpo está bem hidratado, o profissional melhora sua capacidade cognitiva, mantém a temperatura corporal regulada e aumenta a sua disposição nos serviços. Então, deixe uma garrafinha na sua mesa e beba água sempre!

5- Faça o seu horário de almoço

Alguns profissionais, param alguns minutos para se alimentar e já volta ao trabalho, não respeitando o horário estabelecido para descanso. Priorize a sua saúde, após almoçar, repouse alguns minutos.

 

Você empregador, confira algumas dicas para tornar o trabalho de seu colaborador mais agradável, mesmo em casa.

É possível ajudar os profissionais em home office nesse aspecto por meio de:

  • fornecimento de mobiliário adequado. Verifique se o funcionário possuí mesa e cadeiras adequadas, se não, faça um empréstimo, afinal, estará parado na empresa;
  • programa de prevenção de doenças ocupacionais. Conte com profissionais especialistas para ajudar você e a sua equipe;
  • benefícios que incentivam a prática de exercícios físicos, como descontos em academias, pilates, etc;
  • formação de um comitê interno integrado pela liderança a fim de debater ideias sobre a ergonomia;
  • criação de cursos e palestras com profissionais da área de saúde no trabalho.

Enfim, cuidar da ergonomia em home office é demonstrar cuidado e proteção com os colaboradores. Se essa é a atitude dos gestores, o time retribuirá com produtividade e qualidade nos serviços que executam.

Gostou das dicas sobre ergonomia no home office? Então, compartilhe com quem precisa seguir esses conselhos. Quer conhecer um serviço de consultoria com ótimos preços e resultados garantidos? Conheça a Avanti RH! Prestamos diversos serviços na área de recursos humanos como consultoria, recrutamento e seleção de candidatos, e muitos outros. Não deixe de nos conhecer!

Como lidar com o luto no ambiente de trabalho

O luto é um processo natural e individual, que irá depender do grau de proximidade com a pessoa que faleceu; de quem está enfrentando o momento; seu histórico; sua saúde mental

Mais de 200 mil pessoas já morreram por COVID-19, até janeiro de 2021 no Brasil. São pais, mães, irmãos, amigos, amores de alguém que pode estar no seu time.

Em todas as esferas das companhias, grande parte das pessoas está lidando com algum nível de tristeza e ansiedade. Se a morte é um assunto velado, o luto pela perda de alguém com COVID-19 é ainda mais traumático e furtivo.

A ausência de oportunidade de despedida e de rituais fúnebres devido à pandemia reforça as dores e consequências do luto. O colaborador, que acaba de passar por uma perda significativa, pode necessitar de auxílio para reorganizar as atividades cotidianas, compreender e definir seu novo papel enquanto vivenciar a tristeza.

Mais do que conceder a licença temporária, existem muitas outras maneiras de dar a assistência e o conforto que fazem a diferença para quem passa por esta perda.

Como lidar com o luto na minha corporação

Tratar a morte, assunto tão presente nos nossos dias, em tempos de COVID-19, de uma maneira atropelada terá uma influência muito forte no clima da organização deixando de atender às expectativas do ambiente e, claro, das pessoas.

E com o objetivo de criar um caminho de cuidar da não-banalização do luto e do morrer, tratar as perdas com a dignidade que este processo merece é sinal de que podemos ser humanos. É reafirmar que cada vida importa. As que vão. As que ficam. Todas elas. É acolher a vulnerabilidade como uma força em nossos espaços produtivos. É garantir que não somos máquinas.

1 – Desmistificando a morte

Preparar líderes e colaboradores para falar sobre a morte é importante para desmistificar o luto nas corporações. De modo geral, as pessoas não sabem como agir, ou o que dizer frente a uma pessoa enlutada.

Os gestores percebem o clima da equipe alterado, querem muito fazer algo, mas não sabem o que fazer para lidar com isto. Como confortar? Como apoiar? Às vezes se arriscam com algumas medidas, mas sempre inseguros pela falta de parâmetros mais claros de que tipo de “ajuda” realmente vai “auxiliar” as pessoas naquele momento.

É importante informar os times sobre a perda de alguém próximo a um colega, orientando as equipes sobre como receber este trabalhador no seu retorno.

Esse acolhimento é fundamental: não fugir, não desviar o olhar, ouvir, se oferecer para ajudar, conversar são atitudes muito positivas. Em contrapartida, as pessoas devem evitar: pedir para o enlutado ser forte, para não chorar, para não falar do assunto ou dizer que vai passar.

A pessoa que passa pelo luto deve sentir que não será menos profissional ao compartilhar e lidar com estas emoções também no ambiente de trabalho.

2 – Rede de apoio

A demonstração de empatia pode vir do gestor imediato, de um gerente de RH ou representante da área, dos demais colaboradores e até mesmo de um assistente social.

Dependendo do tamanho da corporação, promover palestras e grupos de apoio ao luto com extensão à família funcionará mais do que como um espaço para desabafar, mas sim um momento para entrar em contato com tempo e suporte emocional com o que cada um está enfrentando.

Difundir leituras relacionadas ao tema nas redes de comunicação interna e oferecer atendimento psicológico emergencial é muito importante que o enlutado conte com alguma ajuda profissional.

É fundamental que a pessoa enlutada perceba que tem aliados no ambiente de trabalho. Esse acolhimento cria uma rede de apoio preparando este colaborador para dar suporte quando outros estiverem em luto.

Todo cuidado e respeito é pouco na oferta destas informações e profissionais.

3 – Antecipação das férias

Tendo em vista a fragilidade emocional, muitos colaboradores acabam solicitando licença médica no período de luto. Antecipar as férias pode dar ao colaborador o espaço e tempo necessários ao seu realinhamento.

4 – Mudança temporária de setor

Para os casos em que a atividade laboral está diretamente ligada às questões delicadas de relacionamento com pessoas, como setores de RH ou atendimento ao cliente, por exemplo, em que a condição do enlutado possa comprometer seu desempenho; ou quando sua função exige muitas viagens em um momento em que a pessoa precisa ficar mais próxima da família e amigos. Essas mudanças devem ser previamente combinadas e o enlutado deve se sentir confortável com elas.

No caso de perda de colaboradores

Empresas com uma gestão em RH bem elaborada estão preparadas burocraticamente para lidar com a perda de um colaborador. Há um roteiro de providências jurídicas/trabalhistas a serem tomadas assim que a morte é confirmada.

No entanto, para além das questões legais, infelizmente diversas organizações não estão aptas a lidar com a humanização necessária ao falecimento de um funcionário.

Mesmo que exista um roteiro pré estabelecido às questões legais, é preciso que os procedimentos sejam executados com empatia e responsabilidade.

Como lidar:

  • Família do colaborador: Sensibilidade e ações para préstimo das condolencias e garantia de todos os direitos do empregado a seus dependentes.
  • Colegas de trabalho: O clima organizacional será inevitavemente abalado, e alguns funcionários a depender da proximidade com o falecido, sentiram em diferentes níveis o luto. A empresa deve estabeler em sua cultura ações de relacionamento que possibilitem ao colaborador um diálogo franco e acolhedor.

    Cabe ao gestor conversar com seus colaboradores para que haja um realinhamento do setor. Seja para questões práticas como o que fazer com os materiais e espaço de trabalho do funcionário que faleceu, o que ocorrerá com o posto que ocupava e suas tarefas. Seja para estabelecer ações de acolhimento, assistência psicológica e/ou grupos de apoio, para que seja acordada a melhor forma de passagem por este período pelo setor, pela empresa e se compreenda e lide coletivamente com este luto. O ideal é que estas ações façam parte das políticas de diretriz da empresa e sejam adaptadas a cada setor, grupo que passe pelo fato.

Saúde mental na pandemia

Ao retornar às suas atividades laborais depois da morte de algum familiar é natural que o colaborador apresente certa desorganização na retomada de suas funções. Erros, atrasos, baixa produtividade, irritabilidade e perda de foco.

Esta não é uma regra geral, você poderá notar algumas pessoas que retomam as atividades durante o luto sem demonstrar perda de produtividade em suas funções. Mas isso não quer dizer que não esteja sofrendo, mas que está usando de habilidades internas como uma maneira de superar o luto.

Já em determinados casos, podem aparecer doenças como depressão e outras causadas pela baixa imunidade e consequentes de uma mudança brusca nos hábitos alimentares ou falta de sono.

Estamos todos no mesmo barco

Precisamos assumir e acolher nossas fragilidades e vulnerabilidades e por consequência a dos colaboradores. ⠀ Enquanto gestor, deve-se criar protocolos de ações às situações de luto. Procedimentos que englobem as ações práticas, mas que também acolha e respeite o enlutado.

Se a discussão deste assunto fizer parte da cultura da empresa, será possível ser mais ameno à toda equipe conseguir direta ou indiretamente lidar com este momento da forma mais respeitosa, honrada, ética e empática possível. ⠀ Pós 2020 não cabe a este assunto ficar no silêncio e abstenção no ambiente organizacional. É urgente que aceitemos a humanidade das pessoas, sua finitude e o quanto isto nos afeta.

É preciso reconhecer que esta desumanização e tabu sobre o luto, imposta pelos antigos modelos de gestão, além de ser prepotente e ultrapassada, é insensível, cruel e se mostra ineficiente e onerosa ao enlutado e a organização empresarial.

TURNOVER! O que é e como ele incide sobre a sua empresa?

Do inglês, turnover significa renovação, virada, e para a área de recursos humanos este termo é utilizado para verificar a taxa de rotatividade de colaboradores em uma empresa em determinado período. Resultante assim da capacidade de retenção e atração de colaboradores e consumidores.

Mais do que revelar a média entre desligamentos e novas contratações o turnover também pode impactar na credibilidade da empresa junto ao mercado. A depender do nicho em que se atua, esta constante não permanência desestabiliza o relacionamento com os clientes finais.

NEM MUITO ALTO, NEM MUITO BAIXO

Equilíbrio, esta é a situação ideal dentro do turnover. O fluxo de entradas e saídas de colaboradores de uma empresa, essa taxa de rotatividade é algo comum às empresas, no entanto, estão nos extremos desta análise o grande perigo.

O índice de Turnover nas alturas é prontamente o reflexo de problemas internos, e para isto podemos nos apontar diversas questões.

Já um índice muito baixo, pondera sobre a conformidade e inércia quanto sua evolução em grupo. O mundo muda, o cenário do seu nicho muda e existiram sempre setores onde a rotatividade seja essencial.

MAS AFINAL, COMO E O POR QUÊ, CHEGAMOS AOS EXTREMOS DO TURNOVER?

Sem segredo algum, o motivo essencial está na gestão, ou sem apontamentos rasos, está no modo com que a gestão absorve e lida com determinadas questões.

Existem, obviamente questões que transpassam o arcabouço de soluções que cabem a gestão, e demandam transformações coletivas, mas indicar e liderar os processos ainda são sua responsabilidade.

Com taxas elevadas o problema pode estar, para além da má gestão em três itens:

  • INFRAESTRUTURA
  • BAIXA REMUNERAÇÃO
  • DESMOTIVAÇÃO PROFISSIONAL

Em situações de um reduzido turnover, se não estiver pautado pelo comodismo, e estiver de acordo com a realidade da empresa, não é de todo ruim. Já que pode gerar confiança e credibilidade à empresa.

PENSANDO DE FORMA PRÁTICA, O QUE CAUSA UM ALTO ÍNDICE DE ROTATIVIDADE?

JOB DESCRIPTION INCORRETO Clareza, honestidade e transparência são pontos fundamentais para que não haja surpresas e frustrações. A descrição da vaga seja no anúncio, seja em entrevista tem de estar de acordo com a realidade do cargo, sem desvios ou acúmulos de funções, não excepcionais

PROBLEMAS NA LIDERANÇA Sim, como já abordamos a forma de liderar impacta diretamente no turnover. Uma liderança autoritária, sem escuta ativa e de bom relacionamento com seus liderados, tende a não apresentar eficiência em engajamento e retenção entre os colaboradores.

Além da hostilidade gerada no clima organizacional que reflete diretamente na produtividade da equipe, este mal-estar pode gerar prejuízos a imagem da empresa e processos judiciais

Cabe ao gestor conhecer sua equipe de forma ampla e profunda, para direcionar, extrair e engajar o melhor de seus colaboradores

CULTURA ORGANIZACIONAL DESALINHADA OU NOCIVA Quando a cultura organizacional contempla relações verticais, e centradas somente na liderança, ela se aproxima muito mais da opressão do que do estímulo, do encorajamento e motivação. Fazendo com que os colaboradores não se identifiquem com a cultura e logo se estabelece a vontade contínua de desligamento da empresa

Uma cultura sólida e bem definida deve motivar, e gerar orgulho e bem-estar em seus funcionários.

FALTA DE OPORTUNIDADES, FEEDBACK E RECONHECIMENTO Mais uma vez, nestes itens à atenção ao funcionário está negligenciada. É de suma importância o investimento constante em treinamentos e capacitações que propiciem um crescimento profissional, com um plano de carreira bem delimitado para motivar o colaborador e não ser motivo de perda de talentos.

E sim, todos nós gostamos de ser reconhecidos pelo nosso empenho e dedicação. E este alinhamento deve estar na relação com o gestor e em sua remuneração. Não se tratam de bajulações, elogios vazios ou gratificações desproporcionais, mas uma guia para que o colaborador além de se estimular, compreenda estar no caminho certo de suas tarefas e cargo.

SOBRECARGA, CONFLITOS COM A GESTÃO, ESGOTAMENTOS FÍSICOS E EMOCIONAIS Nós sabemos que não tem sido tempos fáceis para diversas empresas, refletindo na necessidade de redução de pessoal e tomada de decisões muito rápidas sobre assuntos que até então nunca fizeram parte daquela realidade. No entanto, é preciso equilíbrio entre a adaptação aos problemas da empresa e a satisfação do funcionário. A pandemia escancarou a urgência em nos atentarmos à saúde emocional. Um funcionário em meio aos itens apontados no tópico tende a desenvolver depressão, ansiedade e diversos outros problemas psicológicos, tendo sua produtividade significativamente afetada. E em muitos quadros este processo desencadeará o desligamento.

QUAIS OS IMPACTOS DO TURNOVER?

Faz-se necessário sempre termos em mente que, de modo geral, os custos para reter um talento dentro de uma organização, são inferiores aos custos de processos seletivos constantes.

A cada nova demissão haverão gastos trabalhistas, que demandam verba e pessoal especializado. O recrutamento exigirá despesas com divulgação de vagas, seleção, exames admissionais, materiais de trabalho, etc.

Quando a rotatividade está acima do ideal, a produtividade coletiva é afetada. As funções, cada vez mais, se estabelecem de forma integrada nas organizações, assim a cada nova integração, os processos produtivos se abalam e podem refletir em queda dos lucros.

Além disso, pode haver entre os funcionários uma sensação de abandono/luto por não ter mais colega desligado, e assim a confiança organizacional deixa de ser consistente. Fragmentando, desmotivando e afastando a equipe.

O QUE FAZER PARA ACABAR COM O TURNOVER MUITO ALTO?

FOCO NO RECRUTAMENTO E SELEÇÃO

De acordo com a Associação Brasileira de Recursos Humanos – ABRH, 90% dos líderes em Gestão de Pessoas no Brasil reconhecem terem se equivocado no processo de contratação. Elencando a má escolha no recrutamento como impacto direto ao índice de turnover.

Assim é preciso mudar o olhar sobre o processo seletivo, as competências estão muito além dos títulos e linhas descritas nos currículos. Com um olhar amplo sobre os candidatos o alinhamento com a cultura da empresa será essencial.

Já são diversas técnicas, aparatos tecnológicos e empresas especializadas, direcionadas para otimizar os processos e extrair entre os candidatos o que mais se alinha as exigências do cargo e aos valores da contratante.

IFT, O SISTEMA PARA RETER TALENTOS

O IFT – Índice de Felicidade no Trabalho é uma ferramenta de alto impacto para melhor produtividade, atração e retenção de talentos, e lucratividade de sua empresa. ⠀ Elaborar o IFT para sua empresa vai ajudar a mensurar o grau de satisfação e bem-estar dos colaboradores com sua vida profissional.

Assim, será possível resolver antes as demandas que possam fomentar o desligamento do funcionário.

A premissa é simples, mas exige atenção à prática: “Funcionários felizes e satisfeitos não vão embora.

Considere sempre os seguintes pontos:

➪ Ouça seus funcionários ➪ Contrate uma consultoria para pesquisas e análise de dados ➪ Adapte fórmulas para o IFT de acordo com sua empresa ➪ Mantenha constantes e atualizadas as avaliações do IFT

RECONHEÇA O trabalho é obrigação, mas o melhor desempenho vem do reconhecimento e respeito. O colaborador deve se sentir parte importante dos resultados positivos da empresa. E não esqueça de reconhecer coletivamente a equipe.

TREINAMENTO E PLANO DE CARREIRA É preciso saber como e para onde se está indo. Dificilmente o funcionário que se alinhe a cultura da empresa irá se desligar se lhe for ofertado, constante treinamento e plano de carreira estimulante e bem estruturada.

ROTINAS FLEXÍVEIS A realidade do home-office acentuou nas empresas como a adoção de rotinas e planejamentos mais flexíveis podem ser possíveis mesmo em empresas tradicionais e com anos no mercado.